quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Mayson, uma elefanta no bosque de Ribeirão?



Parabéns aos realizadores!
Vinicius Barros, Jessica Romeiro e Reinaldo Romeiro!

Zoológicos ou Santuários ?

Zoológicos ou Santuários ?
Texto Via Cristina Reis - Imagem Ronaldo Kohn
FECHEM Zoológicos..Abram SANTUÁRIOS!



Zoológicos: prisões de animais até a morte (que crime eles cometeram?)
Quem pode se divertir vendo animais enjaulados e infelizes?

O escritor José Saramago afirmava que, se pudesse, ele fecharia todos os zoológicos do mundo. Ele nunca pode entender como as pessoas conseguem se divertir nestes parques onde, geralmente, animais tristes em cativeiro sofrem terrivelmente em espaços imundos e pequenos vivendo num tédio e monotonia,maus tratos por funcionários. Atualmente, os zoológicos são totalmente desnecessários porque há inúmeros vídeos e documentários sobre a vida animal.

Nos zôos as pessoas aprendem que os animais são tratados como objetos de consumo: se divertem vendo a dignidade perdida dos animais.

Quem quer se divertir vendo animais enjaulados e infelizes?
A exploração de animais em zoológicos é uma violação à Declaração Universal dos Direitos dos Animais que assegura que todo o animal pertencente a uma espécie selvagem tem o direito de viver livre no seu próprio ambiente natural. Toda a privação de liberdade, mesmo que tenha fins supostamente educativos é condenável.

Os zoológicos são prejudiciais até mesmo para a preservação da fauna em cativeiro.
Um estudo da Sociedade Real Britânica para a Prevenção de Crueldade contra Animais denunciou recentemente que a vida nos zoológicos está matando os elefantes no mundo. Segundo o estudo, os elefantes selvagens vivem muito mais tempo do que os mantidos em cativeiro. A fêmea africana consegue chegar apenas aos 17 anos em um zoológico, enquanto as fêmeas, vivendo naturalmente no Quênia, vivem uma média de 56 anos. O estresse e a obesidade são provavelmente os fatores responsáveis pelas mortes.

Elefantes aprisionados em zôos sofrem freqüentemente de Infanticídio, herpes, tuberculose, infertilidade e comportamento estereotipado. A vida nos zoológicos está matando os elefantes e sendo degradante para todos os animais. A população de elefantes dos zôos não cresce se não houver novas importações.
Não podemos permitir que estas crueldades continuem.

Devemos ensinar as crianças (e adultos) a respeitarem os animais. Nos zôos as pessoas aprendem que os animais são tratados como objetos de consumo: se divertem vendo a dignidade perdida dos animais. No final do dia, quando o público sai do zoológico, os animais, tristes, permanecem aprisionados. Que crime eles cometeram? —

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Programa de Educação Ambiental CETAS Unimonte

Fonte: aqui
Programa de Educação Ambiental – CETAS Unimonte

Desenvolvido dentro do Centro de Triagem de Animais Selvagens (CETAS) Lello-Unimonte, no Jockey Clube, em São Vicente, o Programa de Educação Ambiental propicia o desenvolvimento científico-cultural, propiciando atividades didáticas diferenciadas e permitindo aos alunos a vivência dos temas relacionados à biodiversidade e conservação do meio ambiente.

No lugar de ensinamentos teóricos dentro da sala de aula, eles conseguem enxergar de perto uma realidade distante da encontrada no meio urbano, na ‘Selva de Pedra’. A grosso modo, acompanham, in loco, que carne não nasce no açougue e que focinho de porco não é apenas um sinônimo para tomada.

Por meio deste projeto, os estudantes são apresentados a novas perspectivas de profissionalização em áreas de trabalho diferenciadas dos cursos e formações tradicionais. Mais do que isso, o intuito é transformá-los em agentes multiplicadores dos cuidados necessários à preservação do planeta e em cidadãos com uma mentalidade capaz de permitir uma relação de respeito com a fauna e a natureza em geral.

Durante a “aula-passeio”, os alunos acompanham uma palestra, fazem visitas técnicas a uma clínica de pequenos e grandes animais, a um hospital veterinário e seu centro cirúrgico, e, ainda, à parte externa do Centro de Triagem de Animais Selvagens (CETAS) Lello-Unimonte, local onde se encontram em reabilitação espécies vítimas do tráfico e da caça indiscriminada.

CETAS - Lello Unimonte - Parceria

Fonte> aqui

CETAS Lello-Unimonte

Postado por CETAS on sábado, 24 de outubro de 2009

Marcadores: unimonte lello cetas / Comments: (0)

Local utilizado para envolvimento de estagiários do curso de Medicina Veterinária da instituição, o Centro de Triagem de Animais Selvagens (CETAS) - Refúgio Mata Atlântica LELLO–Unimonte é uma estrutura de 586 m2 criada em São Vicente, no litoral sul de São Paulo, dentro da Unidade Jockey Clube da Unimonte.
Tem como objetivo promover a reabilitação de animais da fauna da Mata Atlântica entregues pelo IBAMA, Bombeiros, Polícia Ambiental e Polícia Federal. Inaugurado em junho de 2008, é o primeiro espaço do gênero criado dentro de uma faculdade no Estado de São Paulo. A iniciativa foi possível graças a uma aspiração do escritório regional do IBAMA-Santos, que enxergava como necessária a criação de um instituto na região que pudesse atender animais selvagens apreendidos em razão do tráfico e da caça indiscriminada.
Ciente do fato, o Ministério Público de Santos apresentou a sugestão de criação do centro à empresa LELLO Empreendimentos Imobiliários, que abraçou a idéia e, em parceria com a Unimonte, possibilitou a conclusão do projeto de construção em curto espaço de tempo.
O centro recebe animais de pequeno e médio porte, entre eles papagaios, araras, gaviões, sagüis, macacos-pregos, bugios, muriquis, lontras, gaviões, gatos do mato, jaguatiricas, bichos-preguiça, tamanduás-mirins, antas e capivaras. Eventualmente, o local também comportará onças.
Para atender a demanda e atender seus principais objetivos, o CETAS Lello-Unimonte possui uma estrutura arquitetônica totalmente indoor (fechada), compatível com os modelos encontrados na Europa e diferente da maior parte vista no Brasil, que ficam a céu aberto.
Com isso, pode garantir o processo de quarentena de aves e mamíferos, além de répteis não-peçonhentos. Outro destaque do local fica por conta da sala de atendimento em neonatologia, para a manutenção de filhotes e recém-nascidos, e da sala de descontaminação, para procedimentos de limpeza de animais acometidos por petróleo e derivados.
O centro reúne ambientes como ambulatório, biotério, sala de apoio, viveiros com tanques, viveiros com sistema de cambiamento (manejo), viveiros com divisórias, salas de quarentena, cozinha e despensa, para armazenamento de rações e suplementos.

Alternativa - Centro de Triagem de Animais

Centros de Triagem de Animais Silvestres - CETAS

A Lei nº 5.197/67, afirma que os animais silvestres são propriedade do Estado.

Quando os agentes da fiscalização do Ibama ou das Polícias Florestais encontram algum desses animais sendo vendidos ilegalmente, apreendem a "mercadoria" e encaminham para um local denominado Centro de Triagem de Animais Silvestres - Cetas. Esses Centros podem ser gerenciados pelo próprio Ibama ou por outras Instituições, em sistema convênio ou parceria, sob a supervisão do Órgão.

Os Cetas tem a finalidade recepcionar, triar e tratar os animais silvestres resgatados ou apreendidos pelos órgãos fiscalizadores, assim como eventualmente, receber animais silvestres de particulares que os estavam mantendo em cativeiro domésticos de forma irregular como animais de estimação

O trabalho de recepcionar e triar animais implica em registrar a entrada de cada indivíduo; identificando qual é a espécie e o sexo (quando possível), buscando o máximo de informações quanto ao local em que foi capturado e o tempo de cativeiro; verificando qual é o habitat da espécie; e alojando os animais em local adequado para receberem o devido tratamento.

Após serem examinados, os animais ficam sob quarentena para receber nutrição adequada e sob observação para identificar o aparecimento de possíveis doenças. Durante esse período, a equipe de técnicos do Cetas estuda o melhor destino para os animais.

O destino dos animais apreendidos, desde que não estejam na lista oficial das espécies ameaçadas de extinção, é preferencialmente, zoológicos, criadouros registrados no Ibama, e centros de pesquisa. Solturas são, sempre que possível, vinculadas a programas específicos de manejo para as diferentes espécies. Animais ameaçados de extinção são tratados de maneira especial, caso a caso, seguindo recomendações de comitês internacionais, quando existentes.

A quantidade de viveiros que um Cetas necessita ter é relativa à quantidade e variedade das espécies que os órgãos fiscalizadores costumam encontrar na região onde o Centro está instalado.

Para que um Cetas funcione a contento, precisa dispor em seu quadro de pessoal, no mínimo, um biólogo, um médico-veterinário e tratadores pois são atividades complexas e requerem bastante conhecimento de quem as desempenha.

Os Centros de Triagem são apoiados e supervisionados pelo Ibama por meio de termos de cooperação técnica normalmente pertencem à instituições científicas, jardins zoológicos, empresas privadas, fundações e secretarias estaduais ou municipais.

Por tratar-se de empreendimento oneroso e que lida diretamente com vida, as suas atividades não podem ser interrompidas repentinamente por falta de recursos. Dessa forma, os Cetas normalmente são vinculados à pessoas jurídicas ou a órgãos de governo.