Venho aqui prestar esclarecimentos.
Em comunicação, sempre haverá uma distância enorme entre os fatos e a notícia.
E isso é mais nítido quando se tenta apresentar algo, por telefone, a um jornalismo que se baseia em polêmica e factóides.
Fui bastante claro nas mídias que me procuraram que a pesquisa é de "MINHA AUTORIA", e de mais ninguém. A USP NÃO foi requisitada para fazer esta pesquisa. Este foi um EXERCÍCIO ACADÊMICO que EU realizei, na tentativa de elucidar alguns parâmetros de bem-estar animal para a Maison que devem ser minimamente observados. O que coloco na capa do meu projeto é meu currículo, para saberem de onde venho, o que faço. Não é uma pesquisa do meu mestrado, da USP.
Factóides são isto: deturpar o significado original da mensagem para que ela caia em descrédito.
Se quiserem usar a desinformação como forma de manipulação, não me procurem mais, ok? Começo a me arrepender de tentar ajudar.
O problema é que quem sofre com isso é a pobre Maison que continuará confinada em uma gaiola pelo resto de sua vida.
Este meu post é baseado na notícia publicada no jornal da EPTV.
Sítio: http://eptv.globo.com/ribeiraopreto/noticias/NOT,2,2,391135,USP+desconhece+estudo+para+abrigar+elefante+em+campus.aspx?391135
Me digam, como podemos, diante dos desafios que temos pela frente com o meio ambiente, contar com o bom-senso e a disposição para diálogo de setores conservadores como a mídia, os órgãos coordenadores e prefeituras? Sem falar da morosidade para se avaliar processos administrativos, também conhecida como burocracia... Esperava que com a ajuda da mídia fosse acontecer uma pressão positiva, mas noto o efeito inverso.
Minha pergunta é: quando deixaremos de lado o discurso da sustentabilidade, e sairemos do conceito da palavra pintada de verde para ação? com esses gestores, pelo que vejo, jamais.
Está lançado o desafio do século XXI.
Gabriel Ferreira de Azevedo Clemente
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